Comissão Diocesana para Animação Bíblico-Catequética

DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

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ETAPA 1 (CATEQUESE INFANTIL)
   Módulo I:   Catequizando / Catequista
   Módulo II: 
Catequizando / Catequista
   Módulo III:
Catequizando / Catequista

ETAPA 2 (CATEQUESE CRISMAL)
   Adolescentes: Catequista
  

   VIA SACRA 2014

 

Animação Bíblico-Catequética: A Comissão Diocesana para a Animação Biblíco-Catequética, que propõe um caminho de formação sistemática e progressiva da Fé, para que as pessoas possam fazer uma experiência pessoal e comunitária de Jesus Cristo, na sua Igreja, através da Palavra de Deus e dos Sacramentos, é composta em nossa Diocese pela Pastoral Catequética e Catequese Crismal.

Próximas reuniões das Regiões Pastorais

RP1 - 
RP2 - 08/Março -
 Santana - 09h
RP3 - 11/Fevereiro -
 Nossa Senhora do Rosário - 19h30 
RP4 - 15/Fevereiro
 - 
Santa Rita de Cássia - 09h
RP5 - 24/Janeiro -
 
Espírito Santo - 19h30
RP6 - 25/Fevereiro - 
Santa Cecília - 19h
RP7 - 02/Fevereiro - 
N.Sra.Patrocínio-IGARATÁ - 07h30

LITURGIA DA SEMANA

REFLEXÃO DO DOMINGO

C1405 - SAL E LUZ DO MUNDO
  



A Vocação dos Discípulos Missionários à Santidade


O ENCONTRO (PAI, Voz da Palavra) 

Somos chamados ao Seguimento de Jesus (VER): Deus Pai sai de si, para nos chamar a participar de sua vida e sua glória. E fez do povo de Israel, o seu povo eleito e revela seu projeto de vida e amor. Acompanhou este povo em sua necessidade, sobretudo nas desgraças nacionais, tiveram uma experiência de comunhão com Ele. DEUS É O DEUS VIVO – (Dt 5.26) “Com efeito, quem dentre todos os seres carnais pode, como nós ouvir a voz do DEUS É O DEUS VIVO no meio do fogo.” Que liberta o seu povo dos opressores (Ex 3,7-10) Javé disse: “Eu vi, a miséria do meu povo que está no Egito. Ouvi seu grito por causa dos opressores. Por isso desci a fim de libertá-los.”. Deus vivo que perdoa incansavelmente (Ex 34,6) Deus vivo que restitui a salvação perdida ao povo envolvido pela morte (Sl 116, 3) “Cercavam-me laços de morte, eram redes do xeol”. “Caí em angústia e aflição. Então invoquei a Javé. Oh Javé, liberta minha vida”. Suplicante o povo a Ele se dirige (Is 38,16): “O Senhor está sobre eles, eles vivem e tudo que está neles é vida do seu espírito”. É esse Deus que Jesus chama de Pai, e que vai nos ensinar a também chamá-lo de Pai – “Deus é nosso Pai”. Jesus diz: Deus não é um Deus dos mortos mas é um Deus dos vivos (Mc 12,27).Nestes últimos tempos Deus nos tem falado por meio de seu Filho Jesus (Hb 1,1ss) Com Jesus, chega a plenitude dos tempos (Gl 4,4) Deus que é Santo nos chama a  santidade  por  meio  de  Jesus  seu  Filho  amado (Ef 1,4-5) O chamado que Jesus Mestre faz traz uma grande novidade. Antigamente os mestres convidavam os Discípulos a se vincularem a algum seguimento.Ex: Os mestres da Lei daquele tempo propunham aos seus discípulos a conhecerem a Lei de Moisés. Jesus convida os discípulos para se vincularem estreitamente a Ele porque Jesus é Fonte de Vida (Jo 15, 1-8). Jesus escolhe os discípulos para que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar (Mc 3,14) Para segui-lo, e fazer parte dos seus e participar da sua missão, revela o tipo de vínculo que Ele oferece e que espera dos seus. Não quer um vínculo como Servos. O Servo não conhece o seu Senhor (Jo 15,15). Jesus faz dos Discípulos seus familiares, porque compartilha com eles a mesma vida que procede do Pai, uma união íntima com Ele, obediência a Palavra do Pai, para produzirem frutos de amor em abundancia. Deu-lhes a capacidade de serem filhos de Deus. Como Discípulos e Missionários, somos chamados a intensificar nossa resposta de fé e anunciar que Cristo redimiu todos os pecados e males da humanidade. A resposta a seu chamado exige entrar na dinâmica do Bom Samaritano, de nos fazer próximos, especialmente com quem sofre, gerar uma sociedade sem excluídos.

A PALAVRA (FILHO, Rosto da Palavra)

 Parecidos com o Mestre (ILUMINAR): O Espírito Santo, que o Pai nos presenteia, identifica-nos com Jesus–Caminho, Jesus–Verdade, Jesus–Vida, permitindo-nos abraçar seu plano de amor e nos entregar para que outros que “tenham vida nEle.” No seguimento de Jesus Cristo, aprendemos e praticar as bem-aventuranças do Reino, o estilo de vida do próprio Jesus. Identificar-se com Jesus Cristo é também compartilhar seu destino: “Onde eu estiver, aí estará também o meu servo” (Jo 12,26).O cristão vive o mesmo destino do Senhor, inclusive até a cruz: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, carregue a sua cruz e me siga” (Mc 8,34).

A MISSÃO (ESPÍRITO SANTO, Impulso da Palavra) 

Enviados a anunciar o Evangelho do Reino da Vida (AGIR): Ao chamar os seus para que o sigam, Jesus lhes dá uma missão muito precisa: Anunciar o Evangelho do Reino a todas as nações (Mt 28,19; Lc 24,46-48). Por isso, todo Discípulo é Missionário. Cumprir essa missão não é tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã, porque é extensão testemunhal da vocação mesma. A missão não se limita a um programa ou projeto, mas é compartilhar a experiência do acontecimento do encontro com Cristo, testemunhá-lo e anunciá-lo de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade e da Igreja a todos os confins do mundo. Bento XVI nos recorda que “o Discípulo, fundamentado assim na rocha da Palavra de Deus, sente-se motivado a levar a Boa Nova da salvação a seus irmãos. Discipulado e missão são como duas faces da mesma moeda: quando o discípulo está apaixonado por Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo”.

REVER (IGREJA) 

Chamados a Viver em Comunhão (REVER): Jesus, no início de seu ministério, escolhe os doze para viver em comunhão com Ele (Mc 3,14). Para favorecer  a  Comunhão  e  a  Missão,  Jesus  diz  a  eles (Mc 6,31-32): “Venham só vocês, a um lugar desabitado, para descansar um pouco.” Em outras oportunidades, Jesus encontrará com eles para lhes explicar o mistério do Reino (Mc 4,11.33-34) Jesus age assim com o grupo dos 72 Discípulos (Lc 10,17-20). Ao que parece o encontro a sós indica que Jesus quer conhecer mais intimamente os seus Discípulos, falar ao Coração deles, fazer Comunhão. Também os Discípulos de hoje necessitam estar cada vez mais perto de Jesus, para alimentar a vida comunitária e as atividades missionárias. Os Discípulos de Jesus são chamados a viver em Comunhão com o Pai. (1 Jo 1,3) Os Discípulos de Jesus são chamados a viver em Comunhão com o Pai. (1 João 1,3) e com seu Filho na Comunhão do Espírito Santo. (1 Cor. 13,13)

Catequese Mistagógica (AVALIAR): O mistério da Trindade é a Fonte, o Modelo e a Meta do mistério da Igreja. É um Povo reunido pela Unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo, chamados em Cristo como Sacramento, Sinal e Instrumento da intima União com Deus e da unidade de todo gênero humano.Por isso, a vocação ao discipulado missionário é convocação a Comunhão em sua Igreja. Não há discipulado sem comunhão, ao contrário dos que pensam os “CRISTÃOS SEM IGREJA” e as novas buscas espirituais individualistas.A Fé em Jesus Cristo nos faz membros, nos faz pertencer a uma comunidade universal na Igreja Católica. A Fé nos liberta do isolamento, do eu, porque nos CONDUZ NA COMUNHÃO. Pertencemos a uma comunidade concreta e na qual podemos viver uma experiência de Discipulado e de Comunhão com os sucessores dos Apóstolos e com o Papa. “IGREJA POVO DE DEUS.” Ao receber a Fé e o Batismo, somos chamados A VIVER E TRANSMITIR A COMUNHÃO COM A TRINDADE, pois a evangelização é um chamado a participação da comunhão trinitária, na comunidade eclesial. A Comunhão da Igreja se nutre do Pão da Palavra e do Pão do Corpo de Cristo. (At 2,42 ss). A Eucaristia é a Fonte e o Ponto mais alto da vida cristã. E a sua expressão mais perfeita é o alimento da vida em comunhão. (1 Cor 10,17). 

Somos filhos e filhas do mesmo Pai e irmãos e irmãs em Cristo (CONTINUAR):Por isso a Igreja que celebra a Eucaristia é “CASA E ESCOLA DE COMUNHÃO”. Onde os Discípulos(as) compartilham a mesma fé, esperança e amor a serviço da missão evangelizadora. Para Aparecida, a Igreja, como comunidade de amor, está chamada a refletir o amor de Deus, que é Comunhão, e assim ATRAIR AS PESSOAS E OS POVOS PARA JESUS CRISTO. A Igreja cresce não por proseletismo, mas pela atração da força do Amor de Cristo. A Igreja “atrai” quando vive em comunhão.(Jo 17,21): “Que também eles vivam unidos a nós para que o mundo creia”. Os Discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou. (Jo 13,34) (Rm 12,4-13)  A Igreja peregrina vive antecipadamente a beleza do amor que se realizará no final dos tempos, na perfeita comunhão com Deus e com as pessoas. Sua riqueza consiste a viver, já na história, a “COMUNHÃO DOS SANTOS”. A Comunhão nos bens divinos entre os que peregrinam e os que já gozam da glória. A Igreja é Comunhão de Amor. Essa é a Essência e o Sinal pelo qual a Igreja é chamada e ser reconhecida como Seguidora de Cristo e Servidora da Humanidade. É o mandamento do Amor que une os discípulos entre si. Reconhecer que todos somos irmãos e irmãs, unidos em Cristo CABEÇA obedientes ao mesmo mestre, e por isso chamados a cuidarem uns dos outros. (1Cor 13; Cl 3,12-14)  A diversidade de carismas, ministérios, serviços e dons recebidos do Espírito Santo, que contribui para a Comunhão, quando colocados a disposição das pessoas. Cada comunidade é chamada a descobrir e integrar os talentos escondidos e silenciosos que o Espírito presenteia aos fiéis. No Novo Povo de Deus “A COMUNHÃO E A MISSÃO ESTÃO PROFUNDAMENTE UNIDAS ENTRE SI.” A Comunhão é missionária e “A MISSÃO É PARA A COMUNHÃO.” Todos, segundo suas vocações especificas, somos convocados (as) a Santidade “NA COMUNHÃO E NA MISSÃO.”